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Software de prateleira ou personalizado: como saber qual é o ideal?

7 de Julho de 2020

por Marketing

Tempo de leitura: 8 min

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Entenda melhor cada uma das soluções e opte pela que melhor atende o seu negócio

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Como uma fábrica de software, nosso business core é criarmos soluções personalizadas. 

Por isso, todos os dias, organizações nos procuram com projetos para os mais variados fins. E uma das primeiras perguntas que fazemos aos gestores é se já eliminaram a possibilidade de um software de prateleira.

Se a resposta for sim, costumamos perguntar os motivos de estarem considerando a personalização. 

Entretanto, se a resposta for não, ressaltamos a importância de conhecer e entender as possibilidades que o mercado oferece e, aí sim, começamos a conversar . 

Por que fazemos isso? 

Porque optar por um software de prateleira ou por um software personalizado não é uma decisão trivial. 

Nem sempre o melhor para a empresa é personalizar, assim, como também nem sempre é o caso de comprar pronto. 

E raros são os gestores que chegam a nós com esse ponto resolvido. 

A pergunta, portanto, sobre optar ou não por uma solução de mercado ou pela personalizada é decisiva e precisa ser resolvida como um primeiro passo. 

Neste post, vamos explicar o que é cada uma dessas soluções, as diferenças entre elas e também o que considerar em um processo decisório para a adoção de um software. 

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O que é um software de prateleira? 

Software de prateleira é uma solução produzida de maneira genérica, uniforme e em larga escala. Ou seja, suas funcionalidades não são desenvolvidas especialmente para usuários específicos e uma determinada organização.  

Aliás, como produtos, podem ser comercializados e consumidos por, potencialmente, qualquer interessado em sua aquisição. São exemplos de softwares de prateleira plataformas como o Hubspot e Microsoft Office. 

Com o modelo de Software como Serviço (SaaS), os softwares de prateleira passaram a ganhar ainda mais mercado

Com a possibilidade de trial facilitada, o acesso a essas soluções atingiu também outro patamar de desenvolvimento, assim como redução nos custos. 

Hoje, há soluções de prateleira para vários setores, tudo em um único software ou bem específicas, para as mais variadas necessidades. 

O que é um software personalizado? 

O software personalizado é um solução desenhada, criada, entregue e mantida, seja por fornecedor externo – como fábricas de software – ou equipe interna, sob demanda e especialmente para um conjunto de usuários ou organização.  

Suas funcionalidades são pensadas e determinadas com base em um estudo prévio das necessidades, características e especificidades de seus usuários, propósito e custos. 

Os softwares personalizados geralmente são as opções ideais para processos complexos, que fogem à regra geral, e podem atender tanto a demandas bem específicas quanto englobar várias operações da organização. 

Diferença entre software de prateleira e sob demanda 

1. Nível de customização 

Um software personalizado, como vimos na definição, tem funcionalidades escolhidas e desenhas sob medida para os usuários. Na prática, isso significa que o produto se adaptará às rotinas e protocolos do negócio, e não o contrário. 

Claro que os softwares de prateleira também podem ser customizáveis. Porém, por serem produtos produzidos em massa, precisam, naturalmente, ser mais genéricos. Para as empresas, isso demandará, eventualmente, uma modificação de processos e de rotinas, essencial para a adaptação à ferramenta. 

Outro ponto relacionado a customização de software é a perda do controle da entrega de novas funcionalidades, que fica inteiramente a cargo da fornecedora do software de prateleira.

Neste caso, via de regra, as melhorias são decididas pela aplicação de pesquisa com os clientes e pela avaliação do Net Promoter Score – NPS. 

2. Uso de funcionalidades 

A respeito do uso de funcionalidades, há algumas diferenças entre um software de prateleira e um personalizado.  

Em um software personalizado, a organização desenvolve as funcionalidades de acordo com as suas necessidades. E não há, por assim dizer, funcionalidades sobrando nem faltando. À medida que rotinas vão sendo modificadas ou acrescentadas, é possível incluí-las no roadmap e implementá-las, escalando a aplicação. 

Já em softwares de prateleira, que atendem a vários segmentos, não é incomum um excesso ou carência de funcionalidades. Isso leva um uso parcial ou subuso da aplicação

3. Integrações com softwares legados

As integrações não são um problema em softwares customizados, que são desenvolvidos para se adaptar ao ambiente e infraestrutura da empresa.

Já com softwares de prateleira, saber se funcionarão com as aplicações legadas da organização é uma consideração crucial. 

Caso não integre as ferramentas e tecnologias atuais da empresa, será necessário investir para que o software opere com a infraestrutura existente e se comunique com os demais softwares. 

4. Implantação 

Como um software personalizado é construído do zero, seu processo de implementação só começará depois que o primeiro Mínimo Produto Viável - MVP for feito. Evidentemente, para que este já entregue valor para os usuários, metodologias como lean inception e design sprint podem ser aplicadas para orientação das equipes de desenvolvimento. 

Um software de prateleira oferecido pelo mercado, por outro lado, tem um processo de implementação bem mais curto

O primeiro passo, neste caso, já é a etapa de treinamento dos times – onboarding – para que todos os envolvidos conheçam e façam o melhor uso da ferramenta, além de uma transição adequada. 

5. Atualização e manutenção 

Várias empresas, hoje, enfrentam problemas com seus softwares legados de prateleira, sobretudo quando o fabricante deixa de atualizá-los e mantê-los, seja por ter descontinuado a produção ou até ter sido vendido. 

Claro, estamos falando de tecnologias cuja infraestrutura, linguagens e funcionalidades estão se atualizando continuamente para que continuem entregando o máximo valor ao longo do tempo. 

Nesse ponto, ter a independência de um produto próprio pode evitar vários problemas relacionados à evolução da aplicação, como ter que fazer migrações de infraestrutura on-premise para cloud e linguagens de programação. 

Já se o software for desenvolvido e mantido pela TI interna, há total independência em relação às vicissitudes da empresa que o comercializa.  

6. Preço 

O custo de um software de prateleira, para a empresa, é bem menor que o de um software personalizado, dada a escala e a produção, que neste último citado é feita do zero. De fato, a curto prazo não há como comparar. 

No entanto, a longo prazo, as contas costumam se equilibrar, a ponto de em certos casos se igualarem, dado o maior tempo de vida útil, escalabilidade, eficiência, menores custos de integração e independência dos softwares personalizados. 

Outro ponto é que, depois de desenvolvida, a organização também poderá comercializar seu produto com outras organizações, podendo incrementar seu retorno sobre o investimento. 

Desenvolver ou não? Decidindo por um software de prateleira ou personalizado 

Agora que você já sabe as especificidades de cada tipo de software, precisa definir as necessidades do seu negócio e saber como decidir sobre um software de prateleira ou personalizado.

Para isso, siga 2 passos simples:

1. Entenda as suas necessidades  

Levante com a equipe, ponto a ponto, tudo o que você espera em seu novo software. Avalie, questões como: 

  • Regulamentações do setor 
  • Requisitos e automatização de processos e transações 
  • Segurança e privacidade de dados 
  • Quantidade de softwares que já estão em uso 
  • Integração com softwares legados 
  • Transição de processos e rotinas atuais para a ferramenta 
  • Oportunidades de aumentar vantagens competitivas 
  • Crescimento e escalabilidade da aplicação a longo prazo. 

2. Avalie seu setor 

Uma vez que você sabe qual a sua necessidade e a prática do seu segmento, você precisa entender se apenas um software personalizado consegue atender.

Para descobrir, faça um pesquisa de mercado, benchmarking de fornecedores com opções tanto de softwares personalizados quanto de prateleira interna e externa.  

Por fim, analise os pontos levantados nos primeiros itens e compare.

Na hora de escolher, dê preferência para a solução que entregar pelo menos 80% das suas necessidades.  

Entre software de prateleira e personalizado: a melhor solução para seu negócio 

Agora que a sua decisão já está tomada, conte com um parceiro especializado para desenvolver a sua melhor solução. Fale com um de nossos consultores


Escrito por Marketing

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